A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) confirmou um novo caso de raiva em herbívoros na região. O foco foi identificado em um bovino de apenas quatro meses na localidade de Libertação Camponesa. O registro ocorreu a cerca de dois quilômetros do primeiro caso detectado anteriormente na mesma área.
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O novo foco está dentro do raio de vigilância de dez quilômetros estabelecido pela agência após a primeira ocorrência. A Adapar já disparou alertas via WhatsApp para os produtores que estão dentro desta zona de risco. A confirmação reforça a necessidade imediata de imunização dos animais nas propriedades vizinhas.
Na dúvida, chame a Adapar: (42) 3277-2187.
Importância da vacinação e vetor de transmissão
A vacinação continua sendo a principal e mais eficaz forma de evitar a doença, que é fatal para os animais. Ao vacinar o rebanho, o produtor protege seu patrimônio e evita o risco de contágio para sua própria família. A raiva é transmitida principalmente pelo morcego hematófago da espécie Desmodus rotundus.
A Adapar alerta que o controle populacional desses morcegos é de competência exclusiva dos órgãos responsáveis. O produtor rural não deve tentar capturar ou matar os morcegos por conta própria, pois eles são protegidos por lei e desempenham papel importante no equilíbrio ecológico e reflorestamento.
Sintomas no animal e riscos para humanos
A raiva afeta o sistema nervoso central, causando mudança de comportamento e dificuldade de locomoção no animal. Os sintomas progridem para a paralisia, fazendo com que o bovino caia e realize movimentos de pedalagem. Outro sinal comum é a dificuldade de engolir, o que muitas vezes confunde o produtor.
Muitos criadores acreditam que o animal está engasgado e tentam colocar a mão na boca do bicho para ajudar. Esse ato é extremamente perigoso, pois o vírus é eliminado pela saliva e pode infectar o ser humano através de pequenas lesões na pele. Caso o animal apresente sintomas, ele deve ser isolado imediatamente.
Atuação da Adapar e orientação
A notificação à Adapar deve ser feita assim que houver suspeita, e o órgão realiza a coleta de material gratuitamente. A propriedade não é interditada, e a agência atua como parceira para identificar a doença e proteger a saúde pública. Se o resultado for negativo para raiva, outros diagnósticos são investigados.
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