Mauá da Serra contabiliza prejuízos após temporal atingir igreja, destelhar casas e derrubar muro

Foto: Divulgação

O prefeito de Mauá da Serra, Giva Lopes, concedeu uma entrevista nesta quarta-feira (30) detalhando os estragos provocados pelo forte temporal que atingiu o município no dia anterior. Em conversa com o repórter Ronaldo Senes, do Blog do Berimbau e Rádio Nova Era FM, o gestor tranquilizou a população ao confirmar que não houve feridos.

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Desde as primeiras horas da manhã, as equipes da Defesa Civil e do Pátio de Obras estão mobilizadas nas ruas. Os servidores realizam os levantamentos dos danos e prestam o auxílio emergencial necessário às famílias que tiveram suas casas atingidas pela ventania.

Prejuízos materiais e áreas mais afetadas

A região mais castigada pela força dos ventos nesta terça-feira foi o entorno da Lagoa Bonita. Para facilitar a compreensão do cenário e a dimensão dos estragos, confira a lista dos principais danos contabilizados pelo município:

  • Casas destelhadas: Estima-se que entre 15 e 20 residências sofreram danos parciais ou o destelhamento total na região da Lagoa Bonita;
  • Prédios públicos: Parte do muro frontal do Pátio de Obras da Prefeitura não resistiu à ventania e acabou desabando;
  • Igreja local: A igreja da Lagoa Bonita teve as vidraças da parte frontal destruídas e uma imagem religiosa foi derrubada pelo vento, recebendo reparos provisórios nesta quarta-feira;
  • Histórico recente: Na semana anterior, outro temporal severo já havia destelhado cerca de oito casas na região da Vila Santa Maria.

Fornecimento de energia e abastecimento de água

O prefeito relatou problemas graves na rede elétrica da cidade, incluindo o rompimento de fiação de alta tensão que caiu em vias públicas próximas à Lagoa Bonita. A prefeitura mantém contato direto e trabalho conjunto com a Copel para agilizar os reparos e garantir a segurança dos moradores.

A falta de energia elétrica também gera um efeito cascata nos serviços básicos do município. Giva explicou que a interrupção pode provocar falhas no abastecimento de água, especialmente nos locais onde os poços artesianos da Sanepar dependem exclusivamente da eletricidade para o bombeamento.

Diante da sequência de temporais que atinge o Vale do Ivaí e outras regiões do Paraná, Mauá da Serra está atualizando seus planos de contingência para situações de desastre, buscando melhorar o tempo de resposta na área urbana e rural.

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Com informações e créditos ao Blog do Berimbau