Paraná confirma o primeiro caso de mpox em 2026

Foto: Divulgação

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou o primeiro caso de mpox no Paraná neste ano. A notificação oficial ocorreu na última quarta-feira (25) e já consta no boletim do Ministério da Saúde. O paciente infectado é um homem que mora no Paraguai e buscou atendimento médico no Sistema Único de Saúde (SUS) em Foz do Iguaçu.

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A equipe de Vigilância Epidemiológica monitorou o caso, que foi notificado há mais de um mês. Os profissionais descartaram a possibilidade de infecção em outros familiares do paciente. Nos últimos dois anos, o Paraná somou 93 casos da doença, sendo 49 em 2024 e 44 em 2025, com grande predominância em homens.

Casos no Brasil e sintomas da doença

O número de casos no Brasil cresceu rapidamente e quase dobrou em poucos dias. O país saltou de 48 confirmações no dia 20 de fevereiro para 88 casos nesta quarta-feira (25). São Paulo lidera o ranking nacional com 62 infecções, seguido pelo Rio de Janeiro (15), Rondônia (4), Minas Gerais (3) e Rio Grande do Sul (2). Paraná e Distrito Federal registram um caso cada. Apesar do aumento recente, o Ministério da Saúde não registrou nenhuma morte no país este ano.

A mpox é uma doença viral transmitida principalmente pelo contato próximo com lesões de pele, fluidos corporais ou objetos contaminados de pessoas infectadas. A infecção, inicialmente conhecida como varíola dos macacos, não é transmitida por animais. A Sociedade Brasileira de Primatologia (SBPr) reforça essa informação para evitar maus-tratos.

Os sintomas iniciais incluem febre, dor de cabeça, dores musculares e calafrios. Logo depois, surgem erupções no rosto que podem se espalhar para outras partes do corpo. O secretário de Saúde do Paraná, Beto Preto, orienta a população a buscar ajuda médica rapidamente ao notar as lesões na pele.

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